
O GP da Bélgica é o preferido pela maioria absoluta dos pilotos, por um motivo muito simples: esta pista resume em 7004m (até os anos setenta eram 14 km) tudo o que um bom circuito precisa. O traçado tem longas rectas, curvas de alta velocidade em subida e descida, ganchos e diversos pontos de ultrapassagem. Isso sem falar de Eau Rouge, a curva mais famosa da Fórmula 1. No tempo dos motores de cilindrada mais potente que os atuais V8, dizia-se que ela separava os homens dos meninos.

Presente desde o início oficial da Fórmula 1 em 1950, ficou ausente nos anos de 1972 e 1974 quando o Grande Prémio Belga ocorreu em Nivelles-Baulers, ambas vencidas por Emerson Fittipaldi, e entre 1975 e 1982 quando ocorreu em Zolder. A pista foi remodelada em 1983 e, embora o novo circuito tivesse metade do comprimento original, manteve muitas das características anteriores. O GP da Bélgica ficaria ausente novamente nos anos de 2003 e 2006, supostamente por motivos comerciais. Uma das suas marcas registadas é a imprevisibilidade meteorológica, sempre com grande probalidade de ocorrência de chuva, proporcionando muitas emoções, tanto que devido à sua grande extensão e da existência de múltiplos micro-climas pode muito bem estar a chover torrencial numa parte do circuito e sol na parte oposta da mesma.
Michael Schumacher é o maior vencedor na F1, com 6 vitórias.
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